segunda-feira, 2 de maio de 2016

Professor da Estácio do Ceará desenvolve jogo lúdico que facilita aprendizagem

Os jogos mentais educativos vão para além da parte lúdica, facilitam e estimulam a aprendizagem por meio da interação
Estudantes, na foto, colocam em prática as teorias aprendidas em sala sobre jogos mentais
Os jogos educativos mobilizam esquemas mentais, estimulam o pensamento, a ordenação de tempo e de espaço, ao mesmo tempo em que abrangem dimensões da personalidade como a afetiva, a social, a motora e a cognitiva.

Pensando na importância da interação, do desenvolvimento dos alunos da educação superior, em diferentes áreas do conhecimento, Hélio Amazonas, professor universitário do Centro Universitário Estácio do Ceará, em Fortaleza, percebeu alto grau de evasão e de dificuldade dos alunos aprenderem matemática. Ele conta, que com o jogo, observou maior integração, concentração e receptividade às coisas novas, entre os alunos. “Além disso, os jogos melhoram o posicionamento estratégico, a própria articulação do jogo que envolve ataque e defesa, é preciso muita estratégia e conhecimento do outro jogador”, conta.

O professor conta ainda que está disponível para compartilhar as ideias dos jogos com outras universidades e que atualmente está desenvolvendo outro jogo, o Quarteto. 

Na foto, primeira equipe Mancala Centro Universitário Estácio do Ceará, Unidade Moreira Campos

Mancala (do árabe naqaala - "mover") é na verdade a denominação genérica de aproximadamente 200 jogos diferente. Originário da África, onde teria surgido por volta do ano 2.000 a.c.                                                                                                                           (Para alguns o jogo tem mais de 7.000 anos), é jogado atualmente em inúmeros países africanos, mas já extrapolou as fronteiras deste continente.
Hélio conta que a pesquisa ainda está em andamento. “Somos hoje 60 mil alunos que circulam na universidade. Somos 4 unidades espalhadas na capital. Em sala de aula, a resposta dos alunos é devolvida imediatamente em todos os sentidos, na interação e integração com o professor”, afirma o professor que acrescenta que até mesmo houve queda na evasão acadêmica e o aumento da participação dos alunos nos trabalhos acadêmicos.
Ana Karine Pereira, acadêmica de Jornalismo (Comunicação Social) na Estácio Unidade Via Corpvs, aluna da disciplina Lógica Aplicada, conta que o contato com a matemática desde o ensino fundamental a deixava assustada, mesmo assim ressalta a importância da matemática, especificamente da lógica aplicada, para o desenvolvimento dos alunos do ensino fundamental ao superior.
Weden Carlos, acadêmico da graduação em Comunicação Social com habilitação em Jornalismo pelo Centro Universitário Estácio do Ceará, unidade via corpvs, aluno da disciplina Lógica Aplicada com professor Hélio Amazonas, afirma que ao ter contato com o Mancala, suas expectativas foram superadas. “Confesso que temia encarar uma lousa repleta de cálculos, mas o professor Hélio Amazonas soube desmistificar o conteúdo, mérito dele. Além disso, Weden relata que considera-se “meio tímido” e comemora, por ser o 1º campeão competição Mancala Estácio Ceará, unidade Via Corpvs. “Deu para misturar as sensações. Modéstia parte, sou o 1° vencedor de uma partida de Mancala na Estácio Ceará, Unidade Via Corpvs”, diz.

Projeto é aberto a toda comunidade acadêmica do Centro Universitário Estácio do Ceará

Alunos, professores e todos aqueles que fazem parte do Centro Universitário Estácio do Ceará estão convidados a participarem dos projetos voltados para os jogos mentais. Alunos que participarem ganharão pontos por atividades complementares. Os interessados deverão enviar um e-mail com nome completo, no caso dos alunos, além do nome, enviar matrícula acadêmica e o curso de graduação ao qual faz parte para o coordenador do projeto, Hélio Amazonas: hramazonas@yahoo.com

Algumas ações, hoje, dos jogos mentais, visam despertar o interesse e o envolvimento com as questões matemáticas, especificamente para aquelas relacionadas a disciplina de lógica aplicada. Entre as ações, estão as palestras agendadas, oficinas de Mancala e Quarteto, preparativos para exposição da artista plástica Núbia sobre o Mancala, I Torneio do Centro Universitário Estácio do Ceará e divulgação da lei 10.639/93, que visa sobre o ensino da história e cultura afro-brasileira e africana, ressalta a importância da cultura negra da formação da sociedade.

Além disso, todos os semestres, o Projeto Mancala percorre as quatro unidades do Centro Universitário Estácio do Ceará, em Fortaleza, para apresentação aos estudantes, oportunizando assim, uma maior divulgação e preparação dos alunos para disciplinas voltadas para matemática e que exijam pensamento lógico.

quarta-feira, 13 de maio de 2015

ARTIGO DE OPINIÂO


Clássico Rei em Fortaleza: O doloroso espetáculo dos “seres psicopatas movidos pela energia violenta”
Foto: Internet
Correria, quebra-quebra, confusão e muita violência. O famoso clássico rei entre Ceará e Fortaleza movimentou todo o estádio Castelão após a partida, que terminou com a vitória do Fortaleza. A maior demonstração de violência nos estádios foi na Bélgica, durante a final da Taça dos Campeões Europeus de 1985. Esse episódio resultou em 38 mortos e um número indeterminado de feridos. Mas o que leva o esporte transforma-se num verdadeiro espetáculo trágico? São vários os fatores para tais acontecimentos violentos. Torcedores que praticam tais atos, não possuem educação de base, responsabilidade social, ética e grande parte são membros de comunidades carentes e que não tiveram oportunidade para um amadurecimento psicológico social. Vândalos travestidos de torcedores que aproveitam as oportunidades em campo para transformar-se em uma espécie de “seres psicopatas movidos pela energia violenta” e colocam toda fúria para fora por meio de ações agressivas, como se isso mudasse as suas condições de vida. De acordo com uma pesquisa realizada em 1994, o promotor de Justiça Fernndo Capez apurou que 15% dos integrantes das torcidas organizadas tinham antecedentes criminais. Agir dessa forma talvez somente pelo prazer de banalizar algo tão característico do povo brasileiro: o esporte.

As famílias já evitam ir ao estádio Castelão em Fortaleza por temerem que sejam as próximas vítimas da onda de vandalismo. E no meio do campo os “torcedores” que entre si trocam murros e pontapés. Nas arquibancadas cadeiras voam para todo lado. Até a ideia de ‘comunicação democrática’ foi ameaçada, cinegrafistas que foram assaltados, repórteres atingidos pelo efeito moral das bombas, jornalistas esportivos que tiveram suas coberturas jornalísticas interrompidas, câmeras, microfones e outros equipamentos tecnológicos que foram furtados. Um jornalismo esportivo que transformou-se numa grande cobertura policial repercutida até na imprensa internacional.

Na Câmara Municipal de Fortaleza o vereador Benigno Junior do (PTC) destacou sobre as ações dos ‘torcedores’, assim como os prejuízos dos comerciantes que também são vítimas e os próprios terminais e ônibus coletivos que são depredados e saqueados. E o prejuízo? Policiais e outras pessoas que não tinham nada a ver foram atingidas e levadas ao hospital. Além da soma dos quase 500 mil reais de prejuízo, resultado do caos que enfrentava o tradicional estádio cearense, que foi palco de uma Copa Mundial. Enquanto isso toda a sociedade esportiva cria ações, planeja estratégias, realiza debates, tudo isso para evitar os futuros confrontos entre as torcidas. E todos se perguntam: o que fazer e qual a melhor alternativa para evitar tanto confronto? Está mais do que na hora de agir e punir as centenas de vândalos.  É necessário ações sólidas por parte da justiça e autoridades esportivas. É preciso a conscientização da paz nos estádios em todo mundo e essa iniciativa tem que partir de cada um de nós. Menos violência e mais paz.  Porque não se contentar com a derrota? Perde-se mas outrora ganha.

Autor: Dimitry Lima

quinta-feira, 30 de abril de 2015

Renato Roseno diz ser contra à redução da maioridade penal e destacou sobre a atual situação política do país

Durante coletiva de imprensa realizada pelos estudantes do curso de Jornalismo do Centro Universitário Estácio do Ceará, o deputado estadual Renato Roseno do Partido Socialismo e Liberdade – PSOL, declarou sobre o grande apoio que vem dado às crianças, jovens e adolescentes, comentou sobre sua trajetória na militância e falou sobre a importância da democracia política para o Brasil.
Renato Roseno integra a bancada do PSOL na Assembleia Legislativa - Foto: Internet

O deputado estadual Renato Roseno, do Partido Socialismo e Liberdade – PSOL disse em coletiva de imprensa, ser contra à redução da maioridade penal no Brasil. O parlamentar, que iniciou sua militância ainda na década de 90, quando ingressou na Universidade Federal do Ceará - UFC, falou que desde cedo, sempre procurou defender os valores das crianças, jovens e adolescentes. ”É preciso que a sociedade seja plural e tenha alternativas. Na época da ditadura militar, muitas pessoas guardaram a bandeira e deixaram de lutar. Um partido é uma ferramenta política, é preciso saber se existe sintonia do partido com a sociedade. A educação é primordial para os seres humanos, mesmo existindo uma diferença entre uma educação pública e vendida, estamos vivendo uma época que pode haver um retrocesso, a diminuição da maioridade penal é um grande exemplo. O Brasil tem a terceira maior população carcerária do mundo, com jovens entre 18 e 29 anos. Conheço muito sobre prisão neste país e também em outros países, e todo o sistema carcerário passa por uma adaptação, se colocarmos mais gente no sistema carcerário você irá determinar que aquele ser humano não terá possibilidade de voltar ao convívio com a sociedade”, relatou.
De acordo com Roseno, o processo histórico político do Brasil, envolve a questão da distribuição de riqueza, poder e saber, por isso, a corrupção no atual cenário político do país é sistemática e que envolve contratos fraudulentos, financiamento de campanhas e a gestão das empresas públicas. “O PT está findando de forma tão melancólica. A corrupção é a privatização do que é público, ou seja, não legalizado, sem passar por circuitos públicos. O capital no país é muito radical. Não se pode comprar o que a grande mídia está colocando, existe uma grande questão atrás das notícias”, ressaltou.
Renato disse que o PSOL é contra todo tipo de conteúdo que seja publicado nos meios de comunicação, viole os direitos humanos e seja uma arma para seduzir crianças através de mensagens subjetivas em propagandas e que atualmente o Ceará tem 14 horas diárias de programas policiais. “Quatro destes programas policiais estão na justiça pela violação dos direitos humanos, se formos falar com os donos dos veículos de comunicação, possivelmente acharão que trata-se de censura aos mesmos. Quando se fala em mídia democrática é falar em direitos iguais. O processo de participação política aprendemos fazendo, mas estamos massacrados pelo mercado de consumo, por isso, lutamos pelo controle da publicidade infantil, tudo por conta das subjetivações nas mensagens, tudo isso fica encaixado em nossa sociedade, é importante abrir canais para que as crianças possam ter vez e voz. Os grêmios escolares, diretórios acadêmicos, são destaques na luta pela garantia dos direitos”, disse.
A ampliação do acesso à educação sexual, aos métodos contraceptivos e à legalização do aborto no país, foi outra questão levantada pelo deputado, para ele é importante um planejamento familiar e também nas escolas. “O Uruguai já legalizou e nenhuma mulher faleceu por conta da legalização, em outros países houve uma diminuição, pois o mercado da clandestinidade quer justamente estar livre sem nenhuma fiscalização, respeito os valores, crença e ciência. Queremos que as pessoas respeitem a sua fé e especialistas precisam ser ouvidos, assim como as experiências internacionais precisam ser valorizadas. Em algumas esferas no debate público estão retrocedendo”, ressaltou.
No ano de 2013 o parlamentar foi homenageado com o prêmio Neide Castanha, um reconhecimento em sua luta e defesa pelos direitos das crianças, jovens e adolescentes em nosso Estado. “A Neide foi um grande exemplo, pois era negra, lésbica, trabalhou com crianças de ruas, e estava se dedicando muito em relação a violência sexual contra as crianças e adolescentes. Receber prêmio não pode ser uma questão de vaidade, pois é uma forma de ampliar uma responsabilidade, no caso brasileiro, nos mostra que estamos longe de termos vitória no campo da questão da violência sexual. É importante ter humildade e não se levar pela vaidade, aumentar as responsabilidades e fazer menção a Neide como fonte de inspiração”, finalizou.

SOBRE RENATO ROSENO
A maior atuação de Renato Roseno é no campo da defesa de direitos humanos, contribuindo com movimentos por moradia e contra a violência policial. Em 2000, participou da fundação do Centro de Defesa da Criança e do Adolescente (CEDECA) no Ceará, organização que coordenou por seis anos; foi conselheiro titular do Conselho Nacional dos Direitos da Criança (CONANDA); coordenou a Associação Nacional dos Centros de Defesa da Criança e do Adolescente (ANCED) e assessorou a entidade no monitoramento da Convenção Internacional sobre os Direitos da Criança. Em 2005, deixa o PT e filia-se ao recém-criado Partido Socialismo e Liberdade (PSOL). Já pelo PSOL, concorreu ao Governo do Ceará nas eleições de 2006. Foi o terceiro colocado na disputa, com 106 184 votos. Foi candidato à Prefeitura de Fortaleza pela coligação formada entre PSOL e PSTU no pleito de 2008, recebendo 67 080 votos. Disputou a vaga de deputado federal nas eleições de 2010, tendo sido o segundo mais votado em Fortaleza e o nono no Ceará, porém não conseguiu a vaga devido às regras do coeficiente eleitoral. Em 2012, foi novamente candidato a prefeito de Fortaleza pela coligação A Fortaleza que nos Move, composta pelo PSOL e pelo PCB, tendo como vice Soraya Tupinambá.

Reportagem: Dimitry Lima

sexta-feira, 17 de abril de 2015

OPINIÃO

"Meu povo cuidado com os malas, tem mala em todo canto"



Foto: Internet

Como diz alguns ícones do jornalismo policial cearense, "Tem muito mala nessa cidade meu povo, tem mala em todo canto" ou "É muita alma sebosa nessa cidade". Triste realidade das nossas cidades. O cidadão está refém de tanta violência. A moda hoje é ter dois celulares, um moderno dentro da roupa e "outro do bandido", é desse jeito, todo mundo tem, você tem? EU TENHO, e tenho pela segunda vez, pois eu nunca imaginei que entraria para a estatística da grande onda de assaltados na Terra da Luz. Em menos de 30 minutos, fui assaltado duas vezes em uma das principais avenidas de Fortaleza, a segunda ação dos bandidos aconteceu quando estava à um passo da Delegacia, onde iria registrar a primeira ocorrência, e acabei registrando foi duas, como sempre: bandidos armados, violentos, autoritários, ignorantes e que não tem nada a perder, tiram a vida do cidadão por nada e ainda fazem questão de brincar com a cara de todos por meios dos veículos de comunicação, postam vídeos das tristes ações realizadas, falam com todo prazer que mataram, assaltaram, roubaram, traficaram e quando saírem do presídio irão fazer tudo novamente. Todos os dias, milhares de brasileiros saem as ruas em busca do pão de cada dia, ou para estudar, ir ao curso, à igreja, e são vítimas destes que também são vítimas de um Sistema Ridículo. Sobre a redução da maioridade penal, desta eu prefiro nem comentar. E o pior é que somos (cidadãos), instruídos por alguns a "não reagir à assaltados e entregar tudo". Estou cansado de ouvir constantemente histórias de assaltados e de pessoas que partiram por conta disso, e a pergunta que todo cidadão faz todos os dias, sempre: ATÉ QUANDO TUDO ISSO? IREMOS CONTINUAR SENDO REFÉNS? O CIDADÃO NÃO PODE CONTINUAR SENDO REFÉM. ALGUMA COISA PRECISA SER FEITA! MAIS AMOR E MAIS PAZ.

        Autor: Dimitry Lima

Aumenta o número de universitários que buscam por atividades complementares na Estácio/ Ceará

“Os estudantes dos 13 cursos de graduação da instituição, tem buscado apoio nas atividades complementares, como um caminho para o crescimento profissional. Temos tido aumento significativo na porcentagem de estudantes que participam”, diz Lívia Freire, representante do Núcleo de Atividades Complementares (NAC), do Centro Universitário Estácio Ceará, unidade via corpvs.

Foto: Portal Sucos Jandaia/ Internet

As atividades acadêmicas complementares são realizadas por meio de cursos presenciais ou à distância, com o objetivo de flexibilizar o currículo dos estudantes de graduação, trabalhando as competências pessoais e profissionais, e indo além das aulas teóricas e práticas realizadas dentro da sala de aula ou nos diversos laboratórios.

O Centro Universitário Estácio do Ceará, unidade via corpvs, possui o Núcleo de Atividades Acadêmicas presenciais e online (Nac e Nead), que têm o objetivo de planejar, executar, avaliar e disseminar as metas e objetivos das disciplinas extraclasses. “Além da formação acadêmica em si, os estudantes tem acesso à disciplinas como português, matemática, física, biologia, química entre outras, que são fundamentais para o sucesso pessoal e profissional destes alunos que saem do centro universitário. As disciplinas online, ainda estão aos poucos, integrando a rotina e cultura de todos nós e que não há diferença entre um profissional que tem formação online em relação ao que se
formou de modo à distância”, diz Magno Freire, representante da coordenação do Núcleo de Educação á Distância e atividades complementares online (Nead) do Centro Universitário Estácio do Ceará.

Os acadêmicos de todas as unidades da Instituição Universidade Estácio de Sá espalhadas pelo país, podem ter acesso ao Estácio Acredita ou Você Aprende Mais, que são cursos extras voltados para as várias áreas do conhecimento. O Estácio Acredita, por exemplo, é realizado pelo próprio aluno online e dividido em dois módulos, que tratam das competências e habilidades, como a preparação para o mercado de trabalho, as qualidades que as empresas exigem de um profissional, como ter um bom currículo e relações interpessoais. De acordo com Lívia Freire, representante da coordenação do Núcleo de Atividades Acadêmicas Presenciais (Nac), do Centro Universitário Estácio do Ceará, além das aulas inaugurais, os estudantes dos 13 cursos de graduação da unidade via corpvs, tem tido um interesse maior nestas atividades, como um caminho para alcançar o sucesso profissional, registrando uma presença significativa a cada semestre.

O estudante do 5º semestre do curso de comunicação social com habilitação em jornalismo da Estácio Ceará, André Luiz Júnior, disse que às vezes participa das atividades extraclasses presenciais, mas desaprova as que são realizadas na modalidade à distância (EAD), por achar que são ‘muito mecanizadas’ e que se torna algo muito superficial a relação dos professores e estudantes entre si por meio do Sistema de Informações Acadêmicas (SIA). Tiago Oliveira, estudante do 4º semestre do curso de comunicação social com habilitação em jornalismo da Estácio, participa do Projeto de Comunicação Comunitária (Pccom), que desenvolve atividades como sessões de cinema sobre temas que envolvem as profissões em comunicação, debates com profissionais da área etc., “É muito importante atividades acadêmicas fora das salas de aula, como o Pccom, pois como estudantes, temos a oportunidade de aprender bastante, com os próprios professores que nos supervisionam”, relata o acadêmico.

 Reportagem: Dimitry Lima



quarta-feira, 23 de julho de 2014

Aumento no número de contratos do FIES - Financiamento Estudantil na Estácio do Ceará




O percentual de crescimento no número de estudantes que aderem ao FIES - Financiamento Estudantil no Centro Universitário Estácio do Ceará é de 60%


É mais uma oportunidade para quem concluiu o ensino médio e por algum motivo não conseguiu ingressar no ensino superior público. O estudante financia o curso independente da duração e e começar a pagar 18 meses depois de formado e quando estiver trabalhando. Você vai conhecer como funciona o financiamento no Centro Universitário Estácio do Ceará e porque alguns estudantes resolveram apostar no Fies como uma forma de alcançar o sucesso profissional e se tornar independente.

Repórter: Dimitry Lima
Cinegrafista: Fabiano Moreira
Auxiliar: Éder Bicudo
Editor chefe: Dimitry Lima
Edição de imagem: Fabrício Santos
Editor de texto: Jonys de Castro
Editor executivo: Valdir Almeida
Direção de TV: Cláudio Landim
Chefe de reportagem: Fátima Medina
Produção: Taynara Fernandes e Daniele Sousa


quinta-feira, 24 de abril de 2014

Primeira matéria para televisão a gente nunca esquece


Dia 23 de abril de 2014 - começava um novo dia como qualquer outro, talvez com um gosto mais que especial. Era o dia de fazer minha primeira matéria para a cadeira de Redação e Produção para Vídeo (TV), da faculdade de Jornalismo do Centro Universitário Estácio do Ceará. Juntamente com o apoio da equipe de produção para o trabalho (Valdir, Danielle e Taynara), haviamos criado a pauta com o tema Ensino, discuimos e decimos dar um foco maior ao tema, com destaque ao FIES - Fianciamento Estudantil e a democratização do acesso ao ensino superior e os números do programa.
Juntamente com o cinegrafista Fabiano Moreira e o apoio técnico de Eder Tavares, planejamos, discutimos a pauta e pontualmente ás 11:00 do mesmo dia saímos da TV Estácio do Ceará e percorremos o campus via corpvs para realizar este maravilhoso trabalho. De início fomos a Secretaria Geral de Alunos e conversei com o representante do FIES, Yure Carlos, era o primeiro entrevistado, as primeiras perguntas, a primeira vez pegando prática... O nervosismo fez parte deste primeiro momento, mas com o decorrer do tempo, foi ficando tudo mais tranquilo e espontâneo, logo em seguida fomos a entrada principal do Centro Universitário e esperamos os entrevistados, que infelizmente não apareceram, mas como no jornalismo o improviso é constante, tive que arrumar alguns personagens para a matéria, de tantas tentativas de pedir entrevista e ser recusado, em torno de uns 9 alunos não quiseram falar, pois relataram ser tímidos, claro que entendi e não revidei, mas como nem sempre tudo é não, Samila, candidata a uma vago do FIES para Enfermagem, 23 anos, foi a primeira a gravar entrevista, fiz uma análise inicial do caso, expliquei para ela os questionamentos, o objetivo do trabalho e em seguida gravamos a sonora, depois conversei com Aline Carvalho, estudante de Fisioterapia, 19 anos, fiz todo o processo jornalístico de forma mais dinâmica e espontânea, afinal tinha entrevistado outras pessoas e o nervosismo foi embora, era a hora da passagem, ufa! que maravilha, apesar dos erros na hora de decorar o texto...Só alegria!
Não dar pra resumir o quanto este dia foi especial. Até posso relatar em algumas palavras, mas será impossível, afinal primeira reportagem a gente nunca esquece, uma equipe de reportagem maravilhosa, entrevistados de sucesso e um dia que ficará na história de minha carreira pessoal e principalmente profissional, que pena que meu irmão Jonas não está aqui para compartilhar comigo, família e amigos este passo dado e outros que creio que serão percorridos, mas penso que onde ele está ficará feliz por me ver realizado profissionalmente e feliz, ah e o melhor jornalista do Ceará, como ele havia dito. Acredito que os planos de Deus para nossas vidas serão sempre os melhores e confio que o Senhor está trabalhando na minha vida e de minha família e que serei um grande profissional realizado. Meu muito obrigado a Deus e a todos que caminham comigo...